Biodisponibilidade, cofator, homocisteína, MTHFR — você já deve ter visto algum desses termos num rótulo ou artigo sobre suplementos sem saber exatamente o que significam. Este é um dicionário prático para entender a nutrição sem precisar de curso de bioquímica.
Lipossolúveis vão com refeição gordurosa, hidrossolúveis pela manhã — e alguns pares de suplementos competem entre si na absorção. Veja a divisão prática por horário e o que não misturar.
Fadiga, queda de cabelo e formigamento têm causas diferentes dependendo do nutriente. Veja o checklist de sintomas, os exames certos e por que o nível "mínimo" do laboratório não é sempre o nível ideal.
Presente em praticamente toda célula do corpo, a CoQ10 é fabricada por você mesmo e sua produção cai a partir dos 30 anos. Entenda como ela gera energia, protege as células e quando a suplementação costuma ser considerada.
Proteína e treino pesado não rendem o esperado sem o suporte certo de micronutrientes. Veja o papel de cada vitamina e mineral na performance, os sinais de deficiência e quando a suplementação faz sentido.
EPA e DHA não são intercambiáveis. O Super EPA FDC traz 1.000 mg de EPA e 400 mg de DHA por porção — proporção 2,5:1 inversa à maioria do mercado. Entenda quando e por que isso pode fazer diferença.
Entenda a diferença entre as formas químicas de zinco, por que o bisglicinato é a forma quelada de maior biodisponibilidade e o que a literatura diz sobre suplementação de zinco em adultos.
O PentaMag FDC combina óxido, bisglicinato, malato, citrato malato e taurato de magnésio em uma fórmula com 350 mg por porção. Entenda a lógica de combinar múltiplas formas e o que cada uma contribui.
A ANVISA autoriza dizer que o EPA e o DHA contribuem para o normal funcionamento do coração, a partir de 250 mg por dia. Os grandes ensaios clínicos, porém, deram resultados divergentes — e a diferença entre eles é instrutiva.