Polivitamínicos após os 50: o que muda e o que ler no rótulo

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Mulher sorridente com óculos entre flores, representando vitalidade após os 50 anos.

Por que a idade entra na conversa

Necessidade nutricional não é fixa ao longo da vida. Alguns fatores mudam com o avançar da idade e têm efeito direto sobre a ingestão e a absorção de micronutrientes:

  • Ingestão alimentar total. Apetite e volume das refeições tendem a diminuir. Menos comida no dia significa menos micronutrientes, mesmo com cardápio variado.
  • Acidez gástrica. A produção de ácido no estômago costuma reduzir. Isso importa para a vitamina B12, que precisa ser liberada da proteína alimentar antes de ser absorvida, e para minerais que dependem de meio ácido para se solubilizar.
  • Síntese cutânea de vitamina D. A capacidade da pele de produzir vitamina D a partir da exposição solar diminui com a idade.
  • Medicamentos de uso contínuo. Alguns interferem na absorção ou no metabolismo de nutrientes específicos. Essa avaliação é médica.
  • Mastigação e paladar. Alterações nesses aspectos deslocam a escolha alimentar e podem restringir grupos inteiros de alimentos.

IDR, EAR e %VD: o que cada sigla significa

Esses termos aparecem em rótulos e em textos técnicos e não são sinônimos:

  • EAR (Necessidade Média Estimada): quantidade que atende metade dos indivíduos saudáveis de um grupo. É um parâmetro populacional, usado em pesquisa.
  • IDR (Ingestão Diária Recomendada): quantidade que atende praticamente todos os indivíduos saudáveis de um grupo. É o valor usado como referência na rotulagem brasileira.
  • %VD (percentual de valor diário): quanto uma porção do produto fornece em relação à referência. É o número que permite comparar produtos.
  • Limite máximo de ingestão: teto estabelecido pela legislação para cada nutriente em suplemento.

Como avaliar um polivitamínico

A comparação não se faz pelo número de itens na fórmula. Olhe a tabela nutricional:

  1. quantidade de cada nutriente por porção, em mg, mcg ou UI;
  2. %VD correspondente a cada um;
  3. quantos comprimidos formam uma porção;
  4. forma química de cada mineral, que influencia a biodisponibilidade;
  5. sobreposição com outros suplementos já em uso, para não duplicar o mesmo nutriente;
  6. número de notificação na ANVISA.

Vitaminas lipossolúveis (A, D, E, K) se acumulam no organismo. Somar produtos sem conferir a tabela é justamente o cenário em que o excesso passa despercebido.

All 26 Geriatric

O All 26 Geriatric é o polivitamínico da FDC com a maior lista de vitaminas e minerais da linha: mais de 12 vitaminas e 15 minerais. A composição completa, as quantidades por porção e o %VD estão na tabela nutricional da página do produto.

Ver o All 26 Geriatric e sua tabela nutricional

A fabricação segue Boas Práticas de Fabricação (BPF) e o produto é notificado na ANVISA. O controle de qualidade é feito em laboratório próprio, com cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC) para vitaminas e espectrometria de absorção atômica para minerais, com laudo por lote.

A decisão é individual

Se há necessidade de suplementar, qual nutriente e em que quantidade são questões que dependem de alimentação, exames, medicamentos em uso e histórico. Essa avaliação cabe ao médico ou ao nutricionista, e vale ainda mais quando já existe tratamento em curso.

Suplemento alimentar. Não é medicamento. Não substitui uma alimentação variada e equilibrada nem estilo de vida saudável. Não diagnostica, trata, cura nem previne doenças. Consulte médico ou nutricionista.

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Suplementos alimentares não substituem medicamentos nem uma alimentação variada e equilibrada. Consulte um profissional de saúde antes de iniciar a suplementação. Não exceder a dose diária recomendada.