A massa muscular muda ao longo da vida. Este texto descreve essas mudanças e o que o treino solicita do músculo. É fisiologia do exercício, não promessa de resultado nem prevenção de condição de saúde.
O que muda com a idade
- A massa muscular começa a reduzir de forma gradual a partir da terceira década de vida.
- A perda de força costuma ser proporcionalmente maior que a perda de massa. As duas coisas não caem no mesmo ritmo.
- As fibras de contração rápida, ligadas à produção de força em curto intervalo, são mais afetadas.
- A potência, que combina força e velocidade, declina antes da força máxima.
- Equilíbrio e controle postural dependem dessa musculatura e do sistema nervoso que a comanda.
- Períodos de imobilidade aceleram a perda em qualquer idade.
Nada disso é diagnóstico. São descrições de fisiologia. A avaliação individual cabe a médico e a profissional de educação física.
O que o treino solicita
- Treino de força. Carga progressiva aplicada de forma regular é o estímulo mecânico que o músculo responde. Sem progressão, o estímulo se acomoda.
- Trabalho aeróbico. Caminhada, ciclismo, natação e corrida solicitam o sistema cardiorrespiratório de forma contínua.
- Amplitude e mobilidade. Mantêm a articulação trabalhando na faixa de movimento disponível.
- Equilíbrio. Exercícios de apoio unipodal e mudança de base solicitam controle postural.
- Proteína na alimentação. O músculo é tecido proteico e sua renovação depende do aporte alimentar, distribuído ao longo do dia.
Começar depois dos 60
Quem nunca treinou pode começar. O ponto é a progressão: carga inicial compatível, aumento gradual e orientação profissional. Caminhada, natação, hidroginástica e musculamento com carga leve são pontos de partida comuns.
Avaliação médica antes de iniciar um programa de exercício é recomendação de rotina, especialmente quando há histórico clínico ou uso contínuo de medicamento.
Sobre suplementos
Suplemento alimentar complementa a alimentação. Não substitui treino, proteína alimentar nem descanso. As alegações autorizadas no Brasil estão na IN 28/2018 da ANVISA:
- Vitamina D: auxilia no funcionamento muscular, na absorção de cálcio e fósforo, na manutenção de ossos e dentes e no sistema imune.
- Cálcio: auxilia no funcionamento muscular e nervoso e na formação e manutenção de ossos e dentes.
- Magnésio: auxilia no funcionamento do sistema nervoso e muscular e no metabolismo energético.
- Complexo B: auxilia no metabolismo energético e no funcionamento do sistema nervoso.
Não há alegação autorizada de nutriente sobre desempenho, recuperação, disposição ou envelhecimento.
Controle de qualidade FDC
A FDC mantém laboratório próprio de controle de qualidade, com HPLC para vitaminas e espectrometria de absorção atômica para minerais e metais pesados, com laudo por lote. A fabricação segue as Boas Práticas de Fabricação e os produtos são notificados na ANVISA.
Suplemento alimentar. Não é medicamento. Não substitui uma alimentação variada e equilibrada nem estilo de vida saudável. Não diagnostica, trata, cura nem previne doenças. Consulte médico ou nutricionista.